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Podcast baseado em temas do livro Ousar Ser Feliz. A autora, Rossana Appolloni, juntamente com Rui Branco, fala sobre várias questões inerentes à dimensão humana da felicidade.
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Oct 1, 2014
Oct 1, 2014
20 min
Neste episódio falamos sobre a importância dos neurónios-espelho e da ativação dos mesmos consoante o tipo de pessoas que nos circundam. Identificamo-nos mais com as pessoas que têm a ver connosco, mas à medida que vamos alargando o nosso leque de experiências, vamos igualmente aumentado as referências dos nossos neurónios-espelho para assim começarmos a conseguir escolher as pessoas com quem queremos estar, as pessoas e/ou as situações que ativam em nós os neurónios que nos proporcionam bem-estar. É preciso não descurar a parte neurológica nas questões da felicidade, pelo que há que focar a nossa atenção também nela. Em que medida é que ver um filme, por exemplo, ou estar com pessoas alegres e/ou tristes nos influencia emocionalmente?

Oct 1, 2014
Oct 1, 2014
19 min
Qual o papel das emoções da nossa vida? Qual o seu poder nas decisões que tomamos? Muitas vezes tentamos fazer escolhas racionais, mas que, se vão na direção oposta ao que sentimos, acabamos por encontrar formas de boicotar o caminho. Dar atenção ao que sentimos é fundamental para que possamos ter prazer na viagem que nos conduz até ao nosso destino. Anestesiar as emoções implica impedir que elas se exprimam, tanto as positivas como as negativas. Mas que sabor tem então a vida sem emoções? São elas que nos levam a agir, a sentir entusiasmo pela vida. É importante darmos espaço para que elas se manifestem e sentir-se triste quando nos acontece algo desagradável é o fenómeno mais natural do mundo, significa que somos humanos!

Oct 1, 2014
Oct 1, 2014
20 min
Ser feliz é possível! Implica fazermos escolhas coerentes com a nossa essência, implica conhecermo-nos, sabermos onde estamos e para onde queremos ir. Implica sentirmo-nos bem na roupa que vestimos, mas muitas vezes vestimos sempre o mesmo e nem sabemos porquê. Não sabemos quem somos se nos tiram a camisola que usamos desde sempre. Sofremos pressões externas às quais nos vamos adaptando e, a páginas tantas, as máscaras já são tantas que nos desligamos de nós próprios. Ligar-se a si próprio implica um processo de autoconhecimento que não é fácil, muito menos rápido. Porém, quem começa, já não consegue voltar atrás. E depois… é caminhar com prazer através de um percurso com sentido! Felizmente, a felicidade é infinita e o processo de descoberta é constante, por isso mesmo é que é fantástico!
